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Proposta completa · Bandeira 03

Cannabis: regulamentar é arrecadar, gerar emprego e cuidar de gente

Hoje, todo o dinheiro da cannabis no Brasil vai pro crime organizado. Sem imposto, sem carteira assinada, sem controle de qualidade e sem fiscalização. Enquanto isso, o paciente paga caro por um tratamento que já é legal, o agricultor é proibido de plantar até o cânhamo, que não é droga, e o jovem pobre lota as cadeias.

Nenhum acesso antes da regra. Não se trata de incentivar consumo de coisa alguma. Trata-se de colocar lei, imposto e fiscalização onde hoje só existe crime.
01Cannabis medicinal 02Cânhamo e o agro 03Usuário não é caso de polícia 04Uso adulto com regra Por que regulamentar Quem já fez Onde o Brasil está

01

Cannabis medicinal pra todos: remédio não pode ser artigo de luxo

Mãe de autista não pode precisar de advogado pra conseguir o remédio do filho.

02

Cânhamo: o agro brasileiro no maior mercado que ele está perdendo

O mundo compra e o Brasil, que sabe plantar como ninguém, não pode vender.

03

Usuário não é caso de polícia: segurança jurídica e menos cadeia

Sem a lei, o pobre segue tratado como traficante e o rico segue tratado como usuário.

04

Regulamentação do uso adulto: com regra, imposto e responsabilidade

Não é liberar geral. É o contrário: é botar regra onde hoje só existe crime.

As vantagens

Por que regulamentar

Toda economia que fica fora da lei fica na mão de quem não segue lei nenhuma. Regulamentar é a decisão de disputar esse dinheiro e devolver ele pro país.

Arrecadação

Imposto com destino carimbado

A venda regulamentada gera imposto que a lei pode vincular diretamente a SUS, escola pública, prevenção e rede de tratamento para dependentes. O dinheiro sai do caixa do tráfico e entra no orçamento com endereço.

Emprego

Renda formal no campo e na cidade

Licenças para pequenos negócios e a cadeia do cânhamo industrial abrem mercado novo para o agro brasileiro, incluindo o pequeno produtor com crédito rural.

Saúde

Remédio acessível

Produção nacional em escala derruba o preço do tratamento e viabiliza o fornecimento pelo SUS e a cobertura pelos planos, tirando as famílias da fila da Justiça.

Segurança

Polícia no crime que importa

Critério legal claro entre usuário e traficante libera a polícia para combater o crime organizado e reduz o encarceramento de jovens pobres. O Ipea calcula em cerca de R$ 50 bilhões por ano o custo de bem-estar só das mortes ligadas ao proibicionismo.

Segurança jurídica

Regra igual pra todo mundo

Paciente, médico, agricultor e cidadão passam a saber exatamente o que a lei permite e o que proíbe, com regra que vale igual para rico e para pobre.

Paralelo internacional

Quem já fez e deu certo

Não é experimento. É caminho que país sério já percorreu, cada um do seu jeito, e que já pode ser medido.

Canadá · 2018

O primeiro do G7

Regulamentou o uso adulto por lei nacional: mercado licenciado, produto testado e rastreado, milhares de empregos formais e arrecadação bilionária, com venda proibida a menores.

Alemanha · 2024

Por etapas e com avaliação

Regulamentou com avaliação científica obrigatória e liberou a polícia e o Judiciário de dezenas de milhares de processos por posse, redirecionando recursos ao combate do crime organizado.

Uruguai · 2013

Pioneiro, com Estado no controle

Primeiro país do mundo a regulamentar, com forte controle estatal: registro de usuários, limites de quantidade e monitoramento contínuo de resultados.

Estados Unidos

Arrecadação bilionária, estado por estado

Cerca de 24 estados regulamentaram o uso adulto e arrecadam, somados, bilhões de dólares por ano em impostos específicos, com destinação a educação, saúde e programas sociais.

Fontes Canadá: Cannabis Act (C-45), em vigor desde outubro de 2018. Alemanha: Cannabisgesetz (CanG), em vigor desde abril de 2024. Uruguai: Lei nº 19.172/2013. Estados Unidos: levantamentos de arrecadação estadual em estados com uso adulto regulamentado. Custo de bem-estar da política de drogas no Brasil: Ipea, "Custo de bem-estar social dos homicídios relacionados ao proibicionismo das drogas no Brasil" (2023), ano-base 2017, cerca de R$ 50,9 bilhões, equivalentes a 0,77% do PIB.

O caminho está aberto

Onde o Brasil está hoje

O Brasil já andou. O problema é que andou pela Justiça e por agência reguladora, não pelo Congresso. Falta mandato comprometido em transformar decisão judicial e norma provisória em lei estável.

Sem letra miúda

Nossos compromissos inegociáveis

Pega a visão e vem junto

Essa caminhada não tem padrinho político. Quem levanta é o povo que acredita nas causas.

Chama no WhatsApp 4001Pai do Garel · Deputado Federal